Chega de querer ser uma mulher nota dez. Sejamos mulheres nota oito que já estará de bom tamanho”. É o que defende escritora Martha Medeiros. Para ela, o perfeccionismo é algo que aprisiona a mulher. “A revolução feminista veio para nos libertar de uma série de amarras, mas o que está acontecendo é o contrário. Estamos cada vez mais presas em agendas lotadas”.
Segundo Martha, essa busca pela perfeição e abnegação por aquilo que lhe dá prazer esta ligada ao instinto materno. “A mulher é mãe em todas as suas relações. É mãe dos filhos, do marido, da irmã mais nova e, às vezes, até mãe da própria mãe”, diz. “Ela tem esse instinto Madre Teresa de Calcutá de querer que todo mundo fique bem, de querer cuidar de todo mundo e essa meta é insana”. Na visão de Martha, isso faz com que as mulheres encontrem dificuldades para dizer não. Esse estigma de ‘boazinha universal’, faz a mulher ter vergonha de priorizar aquilo que importante unicamente para ela. “Ela precisa aprender a ser mais objetiva e não há nada de egoísta nisso. Priorizar aquilo que é importante faz a vida ser mais fácil”.
Isso tudo faz com que a mulher exclua de seu vocabulário palavras como diversão e prazer e quando ela tem essas duas coisas sente-se culpada. “Não há leviandade nenhuma em buscar essas coisas”, diz Martha.
Martha Medeiros esteve presente no primeiro Encontro de Mulheres Contemporâneas, realizado na semana passada no Shopping teatro Frei Caneca.
Segundo Martha, essa busca pela perfeição e abnegação por aquilo que lhe dá prazer esta ligada ao instinto materno. “A mulher é mãe em todas as suas relações. É mãe dos filhos, do marido, da irmã mais nova e, às vezes, até mãe da própria mãe”, diz. “Ela tem esse instinto Madre Teresa de Calcutá de querer que todo mundo fique bem, de querer cuidar de todo mundo e essa meta é insana”. Na visão de Martha, isso faz com que as mulheres encontrem dificuldades para dizer não. Esse estigma de ‘boazinha universal’, faz a mulher ter vergonha de priorizar aquilo que importante unicamente para ela. “Ela precisa aprender a ser mais objetiva e não há nada de egoísta nisso. Priorizar aquilo que é importante faz a vida ser mais fácil”.
Isso tudo faz com que a mulher exclua de seu vocabulário palavras como diversão e prazer e quando ela tem essas duas coisas sente-se culpada. “Não há leviandade nenhuma em buscar essas coisas”, diz Martha.
Martha Medeiros esteve presente no primeiro Encontro de Mulheres Contemporâneas, realizado na semana passada no Shopping teatro Frei Caneca.

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